domingo, 27 de junho de 2010

Frase do dia

"O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso."

Madre Teresa de Calcutá

Povo

Porque é que a Igreja baptiza as crianças?

Porque é que a Igreja insiste em baptizar as crianças pouco tempo
depois de elas nascerem? Não será isto um atentado contra a sua
liberdade? E se mais tarde não quiserem seguir a religião Católica?
Não será muito mais sensato esperar que cresçam e nessa altura
escolham livremente a religião que desejam praticar?

São muito comuns, nos dias de hoje, estas perguntas. E não somente as
perguntas. Também está a tornar-se comum - infelizmente - atrasar o
baptismo com o argumento de que é preciso respeitar a liberdade das
crianças. Com essa mesma "lógica", os pais não deveriam escolher
arbitrariamente um nome para os seus filhos - seria mais respeitador
da sua liberdade que mais tarde os próprios escolhessem. Também seria
contra a liberdade dos filhos obrigá-los a ir à escola, a arrumar o
quarto ou, em geral, a portarem-se bem. Quem são os pais para imporem
aos seus filhos aquilo que consideram que é o bem ou o mal? Não será
que essa atitude pode gerar-lhes traumas na infância que dificultarão
o exercício da sua liberdade sem nenhum tipo de limites?

Que tal, neste momento, pormos os pontos nos ii? O problema de fundo
não é o baptismo nem a liberdade. O problema de fundo é a falta de fé
de alguns pais no que significa para o seu filho ser baptizado.
Actualmente, vê-se muitas vezes o baptismo como uma simples festa de
apresentação aos familiares e amigos da criança que acaba de nascer.
Dá-se mais importância a aspectos exteriores como a escolha
"cuidadosa" dos padrinhos - não com a finalidade de que saibam zelar
pela fé do afilhado, mas com o "critério" de que sejam pessoas amigas
que não se esqueçam de dar presentes nos momentos oportunos.

O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica diz-nos que é precisamente
o desejo de que os filhos sejam livres que leva os pais a pedirem o
baptismo pouco depois de eles nascerem. Pergunta nº 258: "Porque é que
a Igreja baptiza as crianças?". Resposta: "Porque tendo nascido com o
pecado original, elas têm necessidade de ser libertadas do poder do
Maligno e de ser transferidas para o reino da liberdade dos filhos de
Deus".

Se uma pessoa possui de verdade a fé católica - ou seja, se acredita
naquilo que nos disse Nosso Senhor Jesus Cristo - sabe que todos
nascemos com uma doença espiritual que se chama pecado original.
Também sabe que essa doença tem cura - uma cura infalível que é o
baptismo. Também sabe que essa cura não foi "inventada" pela Igreja,
mas foi instituída por Jesus Cristo, que, com a sua morte na Cruz, nos
alcançou a libertação do pecado e a gloriosa liberdade de filhos de
Deus. Também sabe que o baptismo é necessário para a salvação porque
assim o disse, sem papas na língua, o próprio Jesus: "Quem crer e for
baptizado será salvo; mas quem não crer, será condenado" (Mc 16, 15).

Resumindo: o problema dos atrasos no baptismo não está tanto no
respeito pela liberdade das crianças, mas sim na falta de fé de muitos
pais que se "esquecem" da importância que possui este sacramento para
a salvação dos seus filhos.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria

sábado, 15 de maio de 2010

Papa Bento XVI em Portugal

O Santo Padre esteve entre nós. Veio visitar-nos e nós quisemos ouvir a sua mensagem. Afinal não é todos os dias que um Papa vem até ao seu povo. E foi uma alegria. Foi uma canseira mas valeu a pena. E nunca Bento XVI foi recebido tão entusiasticamente como em Portugal.
Bem haja Santo Padre.
Bem haja à organização. E foram muitoooooss os que se empenharam nesta visita.

O Prof. Pedro Aguiar Pinto compilou todos os textos referentes à visita de Sua Santidade. Para lermos e meditarmos. Excelente iniciativa.

No blogue: http://o-povo.blogspot.com/

Agora só temos de por em prática todos os ensinamentos de Jesus Cristo e do representante da sua Igreja, o Papa, para sermos melhores e vivermos melhor em família e na sociedade.

Bento XVI em Fátima

Santo Padre em Fátima

Bento XVI em Fátima

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Nuno Crato, Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática

Nuno Crato, Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, citado pelo jornal "Público", sobre as provas de aferição de Matemática dos 4.º e 6º anos, da responsabilidade do Ministério da Educação:

"Seria óptimo se nas provas houvesse perguntas de Matemática".

Gosto de pessoas, como este Senhor Professor, que diz sempre a verdade doa a quem doer, não se preocupando com o politicamente correcto...

sábado, 1 de maio de 2010

Despertar do comodismo

Não é sempre que o Papa Bento XVI dedica quatro
dias a um só país da Europa. Portugal é, por isso,
privilegiado.
Mais: o programa destes quatro dias é bastante variado,
porque pretende ir ao encontro das realidades
da Igreja portuguesa. Isto é, Bento XVI é como
um pai, que vem ao nosso encontro. E nós? Vamos
ao encontro dele?
Por que é que eu estou a falar nisto? É que noutros
contextos – como, por exemplo, aconteceu em Angola
– só o facto do Papa sair de sua casa em Roma,
para ir ao encontro dos fiéis africanos, só isso, foi
motivo de festa, com toda a gente na rua para acolher
o Sucessor de Pedro.
Será que temos esta consciência em Portugal?
Já ouvi bons católicos dizer que preferem seguir
tudo pela televisão. E até mesmo religiosas, que
não vão pôr os pés em Fátima nesses dias (apesar
do Papa ter agendado um encontro específico com
os consagrados). Não gostam de confusão – dizem,
como desculpa.
Este é o típico retrato da velha Europa: acomodada,
rotineira e cansada da fé.
Espero que os portugueses despertem deste comodismo
e permitam que Bento XVI se sinta aqui como
em sua casa, sob pena da nossa herança secular de
amor e fidelidade ao Papa ficar definitivamente arrumada
no passado, apenas reduzida aos livros de
história.
Aura Miguel

"Página 1 - Jornal Online"

Livro: "As Razões de Bento XVI", de Aura Miguel

A síntese completa da vida e obra de Joseph Ratzinger será apresentada no Porto por D. Manuel Clemente.

O livro As Razões de Bento XVI, de Aura Miguel - a única «vaticanista» portuguesa que viaja com o Papa - será lançado a 30 de Abril na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

Realiza-se no próximo dia 30 de Abril, pelas 19h00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, a sessão de lançamento do livro As Razões de Bento XVI, da autoria da jornalista Aura Miguel. A obra, que será apresentada por D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, dá a conhecer – e a compreender – o homem que preside à Igreja Católica num dos momentos mais conturbados da sua história milenar.
Com acreditação permanente junto da Santa Sé, Aura Miguel, a única jornalista portuguesa que viaja com o Santo Padre, apresenta neste livro uma síntese muito completa da vida e obra de Joseph Ratzinger. Em vésperas da visita do Papa Bento XVI a Portugal (11 a 14 de Maio), a autora revela neste livro quem é Joseph Ratzinger, como foi eleito Papa, quais são actualmente as suas principais preocupações enquanto Chefe da Igreja Católica, o que o liga a Portugal, assim como algumas curiosidades acerca da sua personalidade.

Num ano em que o Papa centra todas as suas viagens pastorais na Europa, o livro As Razões de Bento XVI dá ainda a conhecer aos portugueses as patologias do velho continente bem como as advertências e os conselhos a Portugal apontados pelo Santo Padre.

Aura Miguel, licenciada em Direito, pela Universidade Católica, tem uma pós-graduação em Ciências da Informação, pela mesma universidade. Jornalista desde 1982, colaborou nos jornais A Tarde e Semanário. Actualmente, e desde 1985, é editora de assuntos religiosos na Rádio Renascença. Com acreditação permanente junto da Santa Sé, tem acompanhado as actividades do Papa e do Vaticano. Habitualmente integra a comitiva de jornalistas que viaja a bordo do avião papal – é a única jornalista portuguesa a ter este privilégio. A sua agenda inclui 51 viagens apostólicas ao lado de João Paulo II e todas as viagens fora de Itália que o Papa Bento XVI realizou desde que foi eleito. Em 2002, ainda durante o pontificado de João Paulo II, foi escolhida entre os 14 jornalistas convidados pelo Santo Padre para escrever uma das 14 estações da Via Sacra de Sexta-Feira Santa, presidida pelo Papa no Coliseu de Roma.

Eu vou...

Reenviaram-me este mail, parece um artigo escrito para um jornal...
está "bem visto"!!!

"Nunca fui (nem quero ir!) a um estádio, a uma tourada... detesto
multidões; abomino confusões e balbúrdias; sinto-me mal com a
barulheira (nos casamentos, quando chega a parte do baile, se a música
é muito alta, raspo-me)... então, porque carga de água é que me
inscrevi na missa de dia 11 de Maio?!?!?!?!!?!!? Sim, porquê?
Sobretudo se consideramos que a missa é exactamente igual à que o Pe.
António, aqui a 100 metros de casa, celebra todos os dias, e que, na
televisão a dita "missa de dia 11 de Maio" se verá muito melhor do que
no chão duro e muito povoado do Terreiro do Paço?

É um mistério!

Um mistério que a custo explico com o desejo de corresponder a um
homem com 83 anos que me vem visitar;

Que - tudo indica - ainda gosta menos de multidões e confusões que eu, e vem;

Que nem sabe que eu existo, e vem;

Que o mundo inteiro insulta e ataca - preparando-se para desfraldar
bandeiras negras e distribuir preservativos no Terreiro do Paço -, e
vem;

Que podia estar sossegado em Roma ou na Alemanha, e, em nome de
Cristo, anda a confirmar os seus irmãos na fé.

Dia 11 de Maio, confirmar-me-á a mim.
"

Texto recebido por mail.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Plataforma Transgénicos Fora - Em defesa do ARROZ

"AGORA TAMBÉM NO PORTO! Às 15h, nos Aliados (perto do McDonalds), para todos os que na Invicta gostam de arroz e querem continuar a comê-lo sem transgénicos!



No dia 17 de Abril de 2010 a Plataforma Transgénicos Fora vai homenagear publicamente o arroz doce. Se gosta de arroz, em particular deste prato exemplar da nossa doçaria, venha ter connosco e ajude à festa! Pode aproveitar para dizer ao Ministro da Agricultura que vote contra a aprovação de arroz transgénico para Portugal e União Europeia, que está para breve. O arroz que conhecíamos está de saída - não o deixe ir embora!"

Fonte: http://stopogm.net/node

terça-feira, 13 de abril de 2010

Raquel Abecasis, RR online 12-04-2010

Os bispos portugueses reúnem esta semana, entre outras coisas, para reflectir e tomar posição sobre os casos de pedofilia que estão a afectar a igreja.

O caso é grave e está a atingir a Igreja dia após dia. Mesmo admitindo que há a intenção por parte de alguma comunicação social de transformar esta questão numa arma contra a Igreja e contra o Papa, a verdade é que os casos que se conhecem são suficientes para deixar toda a gente, particularmente os que amam a Igreja, em estado de choque.
Por isso, o que se espera, particularmente os católicos, é que os nossos Bispos, tal como o Papa, se mostrem como estão diante de todos: tristes, envergonhados e com a consciência de que a formação do clero deve neste momento tornar-se na primeira prioridade da Igreja. A formação de um padre deve ser ainda mais exigente.
A confusão, o relativismo moral e até alguma dificuldade em viver o sacrifício devem ser evitados, nos que se formam e nos que formam. Talvez seja altura de reforçar o conceito de santidade na formação dos padres.
Quanto aos que praticaram os actos de abuso sexual contra menores, Jesus disse tudo no seu tempo: “É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa, melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem ao mar do que escandalizar um só destes pequeninos. Tende cuidado convosco”.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A face oculta do Facebook

"Este vídeo deve ser visto como um vídeo de sensibilização e reflexão sobre as redes sociais em geral e não necessariamente o Facebook em particular. Devemos colocar-nos a questão a nós próprios: qual o nosso limite de partilha de informação pessoal? O direito à privacidade é um dos Direitos Humanos e devemos usá-lo! Na Internet não devemos ter comportamentos diferentes da vida real, sob pena de ficarmos expostos a potenciais perigos derivados da sua utilização pouco saudável. O projecto "Tu e a Internet" recomenda que veja este vídeo e se questione: para onde vamos? "

http://www.youtube.com/watch?v=cpewZt9dvCE

Para os pais - As crianças e a Internet 1

"A pedido de muitos pais resolvemos fazer este vídeo com algumas dicas sobre como devem os pais preparar os seus filhos para explorar o mundo fantástico da Internet. Hoje em dia as crianças começam a navegar na Internet muito cedo, mesmo antes de aprender a ler e a escrever, deste modo os pais e os educadores devem apoiar a criança na descoberta deste novo mundo para que esta possa usufruir de uma forma positiva e saudável de tudo de bom que a Internet nos pode dar, desde estimular a aprendizagem a desenvolver interesses pela arte, música ou história. A Internet é um universo de conhecimento, AJUDE o seu filho a explora-lo!"
Fonte: http://www.youtube.com/user/TueaInternet

"Pare, Escute, Olhe"

"Pare, Escute, Olhe" retrata uma região transmontana despovoada, vítima de promessas políticas não cumpridas. Na linha ferroviária do Tua, o comboio viaja para uma morte iminente. Em nome da progresso, a construção da barragem de Foz-Tua, ameaça submergir um património único que faz parte da identidade transmontana. "Pare, Escute, Olhe", realizado por Jorge Pelicano, venceu seis prémios nacionais, incluindo Melhor Documentário Português no DocLisboa 2009 e o Grande Prémio do Ambiente no CineEco 2009 em Seia.

Trailer Cinema "Pare, Escute, Olhe" from Pare, Escute, Olhe on Vimeo.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Não importa a morte... o 'prof' até era louco!

Exmos(as) Senhores(as)

Pedoem o meu desabafo ao fim de vários dias a ouvir falar de escolas, indisciplina, (falta de) educação,...

Quem trabalha numa escola não se admira com os tristes acontecimentos das últimas semanas.
Infelizmente a indisciplina e a falta de educação e empenho/estudo por parte de um grande número de alunos são o dia a dia nas escolas públicas.
Quem, como eu, defende a escola pública fica triste, até revoltado, ao ver o clima de desmotivação e de stress que se vive nas salas de professores das escolas deste país.
- Papeis e mais papeis, grelhas, relatórios, planos, fichas para isto e aquilo, testes de recuperação para alunos faltosos (por cada prova a fazer, são tiradas várias fotocópias de documentos a preencher). A propósito destes, nunca um aluno que faltou por doença ou outro motivo devidamente justificado ficou sem fazer o seu teste. Mas agora alguém se lembrou de complicar. Marcar provas para alunos que sistematicamente faltam por faltar, na maioria dos casos, com a conivência da família... enfim.
- Alunos a falar constantemente nas aulas, que depois de várias vezes advertidos continuam a falar e a perturbar o trabalho de professores e colegas, não respeitando os outros.
- Alunos que passam de ano com três níveis inferiores a três (às vezes mais), porque reprovação só em último caso, pode traumatizar as crianças preguiçosas.
Claro que a falta de bases, de conhecimentos sólidos, nota-se à medida que os estudos vão avançando e não admira que os professores universitários se queixem cada vez mais com o baixo nível de conhecimentos dos alunos que chegam ao 1º ano de um curso universitário. Até eu, que actualmente dou aulas de F.Q. a alunos do 3º ciclo, me queixo que os jovens não sabem ler, escrever e fazer um simples cálculo mental.
É preciso reconhecer o mérito, o esforço, premiar os bons alunos, os jovens que estão atentos, são empenhados e estudam. E fazem-no muitas vezes inseridos em turmas complicadas. Mas é preciso castigar os alunos que faltam (sem justificação válida), que perturbam as aulas, não respeitam colegas, funcionários e professores, vão passear à escola. E não se pode castigar com medidas do tipo "Vai varrer as folhas das árvores ali junto ao pavilhão 4". À falta de melhor, com suspensão. Talvez assim haja um ou dois dias de paz para se trabalhar com o resto da turma. Mas isto também não chega. Qundo um professor que vai fazer uma substituição é mal tratado, insultado do pior, e os alunos que o fazem e lideram o grupo-turma a fazê-lo são premiados com um dia de suspensão, está tudo dito. Claro que continuam a perturbar as aulas.
Será que alguém pode cortar no abono e/ou subsídio das famílias de alunos faltosos e que não respeitam colegas, funcionários e professores? Pode ser que assim haja uma mudança de atitude, porque de mentalidade e formação não vejo jeito.
Depois de tudo isto não é de estranhar que muitos professores durmam mal, tomem calmantes, estejam fartos, peçam a reforma logo que possível (eu também queria, já andava a contar os anos para ter redução de horário e mudar de escalão, mas com este brilhante entendimento andei para trás e a reforma é algo que está a séculos de distância). Também não é de estranhar que muitos alunos andem tristes e amargurados, alguns não dormem bem nem querem ir à escola. E andamos todos decepcionados com esta democracia que protege os prevaricadores mas não protege as vítimas, protege os faltosos mas não os cumpridores.
Por favor façam alguma coisa rapidamente para mudar esta situação.
Recebi hoje por mail o texto que está em baixo, que realmente vale a pena ler.

Cumprimentos.
Fátima Vieira


Não importa a morte... o 'prof' até era louco!

· 2010-03-13

autor
Ricardo Miguel Vasconcelos

Segundo os jornais 'Público' e 'i', o professor de Música que se suicidou a 9 de Fevereiro deste ano, parou o carro na Ponte 25 de Abril, em Lisboa, e atirou-se ao rio Tejo. No seu computador pessoal, noticiam os dois diários, deixou um texto que afirmava: 'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio', disse o licenciado em Sociologia.
O 'i' coloca o 9B no centro deste caso, escrevendo que os problemas do malogrado professor tinham como foco insultos dentro da sala de aula, situações essas que motivaram sete participações à direcção da escola, que em nada resultaram.
E à boa maneira portuguesa, lá veio o director regional de Educação de Lisboa desejar que o inquérito instaurado na escola de Fitares esclareça este caso. Mas também à boa maneira deste país, adiantou que o docente tinha uma 'fragilidade psicológica há muito tempo'.
Só entendo estas afirmações num país que, constantemente, quer enveredar pelo caminho mais fácil, desculpando os culpados e deixar a defesa para aqueles que, infelizmente, já não se podem defender.
É assim tão lógico pensarmos que este senhor professor, por ter a tal fragilidade psicológica, não precisaria de algo mais do que um simples ignorar dos sete processos instaurados àquela turma e que em nada deram? Pois é. O 'prof' era maluco, não era? Por isso, está tudo explicado.
A Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL), à boa maneira portuguesa, colocou psicólogos na tal turma com medo que haja um sentimento de culpa. E não deveria haver? Não há aqui ninguém responsável pela morte deste professor? Pois é, era maluco, não era?
José Joaquim Leitão afirmou que os meninos e meninas desta turma devem ser objecto de preocupação para que não haja traumas no futuro. 'Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Trata-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar pela negativa', afirmou.
Toca a tomar conta dos meninos e meninas porque não pode haver um sentimento de culpa. É verdade! O 'prof' era louco, não era?
Não estou a dizer que haja aqui uma clara relação causa-efeito. Mas alguma coisa deve haver. Existem documentos para analisar, pessoas a interrogar, algumas responsabilidades a apurar. Por isso, neste 'timing', a reacção da DREL é desequilibrada. Só quem não trabalha numa escola ou não lida com o ambiente escolar pode achar estranho (colocando de lado a questão do suicídio em si) que um professor não ande bem da cabeça pelos problemas vividos dentro da sala de aula em tantas escolas deste país.
Não se pode bater nos meninos, não é? Os castigos resultantes dos processos disciplinares instaurados aos infractores resultam sempre numa medida pedagógica, não é? Os papás têm sempre múltiplas oportunidades para defenderem os meninos que não se portaram tão bem, não é? É normal um aluno bater no professor, não é? É normal insultar um auxiliar, não é? É normal pegar fogo à sala de aula ou pontapear os cacifes, não é? É normal levar uma navalha para o recreio, não é? É também normal roubar dois ou três telemóveis no balneário, não é? E também é normal os professores andarem com a cabeça num 'oito' por não se sentirem protegidos por uma ideia pedagógica de que os alunos são o centro de tudo, têm quase sempre razão, que a vida familiar deles justifica tudo, inclusive atitudes violentas sobre os colegas a que agora os entendidos dão o nome de 'bullying'?
De que valem as obras nas escolas, os 'Magalhães', a educação sexual, a internet gratuita ou os apelos de regresso à escola, uma espécie de parábola do 'Filho Pródigo' do Evangelho de São Lucas (cap.15), se as questões disciplinares continuam a ser geridas de forma arcaica, com estilo progressista, passando impunes os infractores?
Só quem anda longe do meio escolar é que ficou surpreendido com o suicídio do pequeno Leandro ou com o voo picado para o Tejo do professor de Música. Nas escolas, antigamente, preveniam-se as causas. Hoje, lamentam-se, com lágrimas de crocodilo, os efeitos. O professor era louco, não era? Tinha uma clara fragilidade psicológica, não tinha? Pobre senhor. Se calhar teve o azar de ter que ganhar a vida a dar aulas e não conheceu a sorte daqueles que a ganham a ditar leis do alto da sua poltrona que, em nada, se adequam à realidade das escolas de hoje.

Páscoa, João César das Neves

DESTAK | 31 | 03 | 2010 22.13H

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

Celebramos de novo a Páscoa. É importante pensar porque razão, ao fim de 2000 anos, ainda existe tal multidão, um terço da população mundial, que celebra solenemente este acontecimento tão sangrento e grotesco: a morte infamante de um condenado à pena mais miserável, a crucificação.

Será pelas palavras sábias de Jesus, os seus ensinamentos sublimes, que geraram tantos discípulos? Será Cristo um mestre, um filósofo do amor? Não, não foi por isso. Outros pensadores, de Platão a Kant, também apresentaram doutrinas elaboradas.

Será pelo mito que se criou à volta do carpinteiro de Nazaré, gerando um culto e uma igreja? Será Cristo um carismático, um líder religioso?

Também não tem nada ver com isso. Outras figuras, de Alexandre Magno a Karl Marx, tiveram discípulos mais empenhados.

Será por essa execução ser símbolo da opressão que permanece no mundo?

Será Jesus um representante das vítimas da violência? Não, não é nada disso. Outros mártires, de Sócrates a Spartacus, também serviram de exemplo.

A razão da Páscoa é a imensa multidão que há 2000 anos vive quotidianamente com Cristo vivo e ressuscitado. Pela oração, meditação e contemplação, pelo seguimento concreto das Suas palavras, tantos ao longo dos séculos estiveram realmente todos os dias na presença de Cristo.

E aí encontraram uma felicidade sem par e sem medida. Não por deixarem de ter problemas, mas por partilharem com Ele e viverem n’Ele esses problemas. Por poderem dizer, cada vez que enfrentam nova dificuldade:

«Primeira estação: Jesus é condenado à morte».

quinta-feira, 18 de março de 2010

Projecto Limpar Portugal (PLP)

O Projecto Limpar Portugal (PLP) é um movimento cívico ALTRUISTA cujo objectivo é promover a educação ambiental por intermédio da iniciativa de limpar a floresta portuguesa no dia 20 de Março de 2010.

http://www.limparportugal.org

IMPORTANTE: EM CASO ALGUM ACEITAMOS DINHEIRO
ADIRA A UM GRUPO DO SEU CONCELHO

PORTO

ULTIMA REUNIÃO DE INFORMAÇÃO DIA 18 MARÇO – 21.30
ISEP- Instituto Superior de Engenharia do Porto
Rua de S. Tomé, Porto

Caros Amigos Voluntários Projecto Limpar Portugal do Concelho do Porto.

Chegou a hora de definirem a vossa participação no DIA L .

No Dia L, não esqueçam as regras básicas de segurança.

Calçado apropriado e colete reflector são obrigatórios,
as luvas são muito aconselhadas.
Todas as viaturas devem andar identificadas com o cartaz Projecto Limpar Portugal.


MÃOS À OBRA - LIMPAR PORTUGAL

sexta-feira, 5 de março de 2010

Causa?

Destak | 03 | 03 | 2010 21.11H

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

Joan Baez vem a Portugal. Uma das vozes mais importantes da música de intervenção dos anos 1960’s, defensora indefectível da não violência, direitos humanos e ambiente, vai actuar entre nós na segunda década do século XXI.

A juventude rebelde, que a idolatrou há 50 anos, pode ficar surpreendida de, aos 69 anos, ela ainda cantar e estar activa. Mas a sua carreira parece tão viva hoje como nos tempos de John Kennedy.

O jornalista fez-lhe a pergunta incontornável: «se escrevesse hoje uma canção que tema abordaria?» (Sol, 26/Fev, p.52). A própria pergunta mostra que a carreira, afinal, não está assim tão viva, dado que já não escreve canções. Mas o mais curioso é a resposta. «As pessoas deveriam saber que actualmente passo muito tempo com a família.» Esse é o tema ou a desculpa?

Joan Baez já não tem causas que mereçam canções, porque passa tempo com a família. Isso é irónico, porque os seus antigos fãs e correligionários, aqueles que não abandonaram a luta, estão hoje empenhadíssimos a combater precisamente contra a família. Em tempos, ao som da música de Joan, a juventude rebelde esforçava-se por promover a justiça social e a igualdade de direitos.

Hoje deixou-se disso e dedica-se antes a divulgar o aborto e a homossexualidade. Ou melhor, acha que a igualdade de direitos implica o deboche e a promiscuidade e o novo opressor é a família, a que teima em chamar «tradicional».

Joan Baez, a sua musa de outrora, não os acompanha. Ela sabe que, no final, só a família vale a pena. Infelizmente, não consegue pôr essa causa numa canção.

Pensamento do dia

O falso amigo e a sombra só esperam enquanto o Sol brilha.

Benjamim Franklin

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Pensamento do dia

Nunca digas a Deus que tens um grande problema; diz ao teu problema que tens um grande Deus!

(Enviada pela Fátima Silva)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Pensamento do dia

No fim, lembrar-nos-emos não das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.

Martin Luther King

We Are the World Remake 2010 for HAITI

25 anos após "We Are the World" por África, vários artistas voltam a gravar o mesmo tema, deta vez para angariar dinheiro para ajudar na reconstrução do Haiti.
Uma acção a louvar.
Vamos lá comprar o CD!

We Are The World - Michael Jackson Lionel Richie Cindy Lauper Steve Wonder Bruce Springsteen...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pensamento do Dia

Tem inimigos? Isso é bom. Quer dizer que, alguma vez na vida, se empenhou em defesa de qualquer coisa.

Winston Churchill

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ecologia do pântano, J César das Neves

Mais um excelente artigo do Dr. João César das Neves

DN 2010-01-02

Para explicar a actual situação, a tese dominante na população portuguesa é que ela se deve à má qualidade da classe política. É por nos faltar um líder à altura, dizem muitos, que estamos assim. Essa tese é evidentemente falsa. Pode até dizer-se que ela afirma precisamente o inverso da realidade. Não é por ausência de bons políticos que estamos em crise. É por estarmos em crise que faltam bons políticos.
O Eng. Guterres fez uma das mais sagazes análises da história nacional quando a 16 de Dezembro de 2001 disse que se demitia para "evitar que o país" caísse "num pântano político". Foi para o pântano que o seu mandato nos conduziu e é no pântano que temos estado desde então. Ora num atoleiro nunca se encontram leões. Quem quer ver animais nobres tem de ir a outros lados. No charco só existe o tipo de batráquios que nos tem governado estes anos.
Existem hoje muitos excelentes políticos em Portugal. Pessoas capazes, conhecedoras da situação, com poder de análise, acção e liderança. Mas, precisamente por serem boas, não entram em acção nas actuais condições. Nos graves momentos da nossa história, nunca faltaram pessoas de qualidade. O que por vezes falta é oportunidade para eles actuarem. E não os devemos acusar de cobardia ou falta de patriotismo. A sua decisão é razoável. Se um leão entrar num pântano, não muda a situação e só se suja a si mesmo. A culpa não é do leão. É do pântano.
Temos, aliás, prova disso. Referindo apenas os dois factos mais marcantes e as pessoas neles mais simbólicas destas décadas, vemos que na implantação da democracia após 1974 fomos claramente dirigidos por Mário Soares e na adesão à Europa depois de 1986 por Cavaco Silva. Goste-se ou não, temos de admitir que foram pessoas à altura das responsabilidades e conduziram com sucesso o País em momentos decisivos.
Mas nós hoje não temos um problema. Somos o problema. Por isso não andamos em busca de uma solução. A resposta para as nossas dificuldades é evidente há anos. O que tem faltado não é o caminho, mas vontade para o percorrer. Se aparecer um líder que nos indique o rumo, ele será geralmente desprezado. Aliás, foi isso mesmo que aconteceu.
Houve uma pessoa que, depois da podridão em que nos introduziu o delírio dos anos Guterres, conseguiu por momentos estancar e inverter o descalabro. A ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, goste-se ou não dela, presidiu aos únicos anos dos últimos 15 em que o défice da balança externa se reduziu e o endividamento nacional foi amortecido. Mas, quando ela se atreveu a apresentar-se como candidata a líder, foi recebida exactamente com a mesma atitude que o leão enfrentaria se descesse ao pântano.
Nós não precisamos de bons políticos. Precisamos de vontade para tomar os remédios amargos que eles nos indicariam. Infelizmente temos preferido a embriaguez dos eflúvios pantanosos. Enquanto apodrecermos na lama, veremos a zoologia que escolhemos.
Quais são os tais remédios amargos? Para o caso de ainda haver alguém com dúvidas, é fácil descrevê-los. O pântano guterrista é apenas o país em que sempre habitámos, mas agora alagado em dívida. E o caminho para fora desse atoleiro é bem conhecido. Basta apertar o cinto e adquirir hábitos de consumo mais adequados às nossas posses. Não é preciso apertar muito, porque já somos um país rico. Mas temos de cortar. A crise internacional força grande parte dos nossos cidadãos a isso. Todos os que trabalham em empresas concorrenciais sofrem na pele essa necessidade, que é gritante nos muitos que caem no desemprego. O sol seca o pântano.
Essa é a parte fácil. O obstáculo está nos muitos que vivem de fundos públicos. Políticos, mas também pensionistas, subsidiados, funcionários, professores, médicos, polícias, militares, construtoras, concessionárias e tantos outros, pagos por impostos, não só não perderam com a crise mas até ganharam na deflação. Essa é a base do problema orçamental, face visível do pântano. Habituados à vida anfíbia, esses até sonham com leões, mas recusam abandonar o paul.

naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

John Howard: 1º ministro australiano

A propósito dos actos de vandalismo no Santuário de Fátima, este passado Domingo:
gostava que nós portugueses tivéssemos a lucidez acerca do nosso pais e da nossa herança cultural, que tem 3 vezes mais idade que este "novo mundo". gostava que nós amassemos tanto o nosso Portugal como este homem ama o seu!
Gostava que nós cristãos da velha cristianizada Europa, amássemos tanto o nosso Cristo, como este homem ama tanto o seu Jesus...
Temos muito a aprender com aqueles que evangelizamos!
É um homem com um grande "H" este 1º Ministro, gostava de ter um assim também!
Pe. Casimiro Henriques (http://casih.blogspot.com/)

"OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar!
Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.
A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade.
A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!
A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura.
Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.
ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM.
Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá.
Então, aceitem o país que vos aceitou".
( John Howard )

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

TGV, João César das Neves

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

Vamos levar com o TGV em cima. É já claro que a aposta na construção do comboio de alta velocidade está imparável. É verdade que essa decisão, que hoje parece definitiva, é um enorme disparate. Mas que interessa isso?

O TGV é uma tolice. Claro que o projecto tem vantagens (era o que faltava se não tivesse!) mas são muito inferiores aos custos esmagadores, não apenas financeiros, mas também ambientais, urbanos, políticos, entre tantos outros. As estimativas mostram já um valor astronómico do investimento, e todos sabem que acabará por derrapar para muito mais.

Mas as empresas construtoras precisam muito de grandes obras e os políticos anseiam por traficar dinheiros, conceder benesses e fazer inaugurações. A pressão é insuportável. Os governos no poder, ganhando esses dividendos, são sempre a favor e são contra na oposição. Dado que o resultado é inevitável, debates e atrasos só aumentam os custos.

Daqui a muitos anos vai-se ver que os comboios andam às moscas, têm de ser subsidiados de forma ruinosa e prejudicam outras formas de transporte. Já foi assim com o complexo de Sines, está a ser com os estádios do Euro 2004, será com o Alqueva. Mas que interessa isso agora? Uma coisa é o processo político, outra, muito diferente, a realidade económica e social.

Mas se neste momento é claro que vamos levar com o TGV, devemos no mínimo pedir uma coisa ao Governo: por favor, ao menos não tentem mais justificar o projecto! É que os disparates são tantos que, quanto mais inventam explicações, mais se enterram.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Elvis Presley - 75 anos do seu nascimento

Elvis Aaron Presley (East Tupelo, Mississippi, 8 de janeiro de 1935 - Memphis, 16 de agosto de 1977) foi um famoso músico e ator, nascido nos Estados Unidos da América, sendo mundialmente denominado O Rei do Rock, também conhecido pela alcunha de Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século 20.

Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial do século XX. Entre seus sucessos musicais podemos destacar "Hound Dog", "Don't Be Cruel", "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "It's Now Or Never", "Can´t Help Falling In Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "Mystery Train", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", "Don't Cry Daddy", "The Wonder Of You", "An American Trilogy", "Burning Love", "My Boy" e "Moody Blue". Na Europa, canções como "Wooden Heart", "You Don't Have To Say You Love Me", "My Boy" e "Moody Blue" fizeram sucesso. Particulamente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções "Kiss Me Quick", "Bossa Nova Baby", "Bridge Over Troubled Water".

Após sua morte, novos sucessos advieram, como "Way Down" (logo após seu falecimento), "Always On My Mind", "Guitar Man", "A Little Less Conversation" e "Rubberneckin". Trinta anos depois de morrer, Presley ainda é o artista solo detentor do maior número de "hits" nas paradas mundiais e também é um dos maiores recordistas mundiais em vendas de discos em todos os tempos com mais de 1 bilhão de discos vendidos em todo o mundo.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Elvis Presley - Love Me Tender

Elvis Presley - Always On My Mind