quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Alvin Toffler comenta o Sistema de Educação actual

PROJECTO MiudosSegurosNa.Net LANÇA WORKSHOP "Hi5 PARA PAIS"

Aprender a Usar as Redes Sociais em Segurança
Promover a Segurança dos Jovens Nas Redes Sociais


Tito de Morais, Fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net
( http://www.miudossegurosna.net/ ), anunciou hoje o lançamento dos
Workshops "hi5ParaPais", uma iniciativa que visa ajudar os
adultos a promover, junto de jovens pré-adolescentes e
adolescentes, a utilização em segurança de redes sociais como o
Hi5. Uma edição desta série de workshops terá lugar já no
próximo dia 27 de Setembro, na cidade do Porto, percorrendo
depois os restantes Distritos do Continente e Regiões Autónomas.

Estes eventos são workshops práticos de um dia (manhã e tarde),
têm lugar ao Sábado e segundo Tito de Morais, "visam
familiarizar os adultos - pais, encarregados de educação,
professores e outros profissionais que lidam habitualmente com pré-
-adolescentes e adolescentes - com a segunda expressão mais
pesquisada pelos internautas nacionais, com nome do site a que
os portugueses dedicam mais tempo quando navegam na Internet a
partir de casa e aquele que lidera o ranking nacional em termos
de páginas visitadas - o hi5".

Estes workshops podem ainda ser frequentados por jovens pré-
-adolescentes ou adolescentes, desde que acompanhados pelos
respectivos pais ou encarregados de educação. No entanto, para
este público, a partir de Setembro, o Projecto
MiudosSegurosNa.Net oferecerá acções de sensibilização
especificamente pensadas para alunos das Escolas dos 2º e 3º
ciclo de ensino e Escolas Secundárias, versando a temática da
segurança nas redes sociais.

Através de uma abordagem prática, do tipo "mãos na massa", e
colocando uma tónica nos aspectos relacionados com a segurança,
os workshops "hi5ParaPais" visam ajudar os adultos a
descodificar o hi5. Transformando os participantes em
utilizadores minimamente experientes e conhecedores de todas as
funcionalidades deste rede social, estes workshops visam ajudar
os adultos a ajudar jovens pré-adolescentes e adolescentes a
maximizar os benefícios e minimizar os aspectos negativos que
podem resultar da utilização desta e doutras redes sociais.

De uma forma genérica, nestes workhops os participantes
aprenderão:
- O que é o hi5, a quem se destina e como funciona
- Quais os principais benefícios da utilização do hi5
- Quais os principais riscos associados à utilização do hi5
- Como minimizar esses riscos e usar o hi5 em segurança
- E muito, muito, muito mais!!

A primeira edição dos Workshops "hi5ParaPais" realizar-se-á na
cidade do Porto, já no próximo dia 27 de Setembro de 2008. Os
potenciais interessados em participar nesta edição e em futuras
edições a ter lugar neste Distrito, podem obter mais informações
e registar-se em http://snipurl.com/32iac.

Os Workshops "hi5ParaPais" percorrerão depois as restantes
capitais de Distrito do país. Nesse sentido estão já previstas
edições para Lisboa e Aveiro, em Setembro e Outubro,
respectivamente. Registam-se também já pré-inscrições Beja,
Braga, Bragança, Castelo-Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda,
Leiria, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu e
Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Todos os potenciais
interessados podem manifestar o seu interesse em participar na
iniciativa no seu Distrito, a partir de http://snipurl.com/26fb8

Lançado em 2003, MiudosSegurosNa.Net é um projecto familiar que
ajuda Famílias, Escolas e Comunidades a promover a utilização
ética, responsável e segura das tecnologias de informação e
comunicação por crianças e jovens. O Projecto MiudosSegurosNa.Net
guia-se pela visão de uma sociedade onde as famílias, as escolas
e a comunidade em geral trabalham em conjunto para minimizar os
riscos de segurança a que as crianças e os jovens estão expostos
através da utilização das tecnologias de informação e
comunicação, no sentido de lhes permitir maximizar os benefícios
que estas têm para oferecer, de uma forma ética, responsável e
segura e no respeito pelos direitos, liberdades e garantias
consagrados na lei. Mais informações sobre o Projecto
MiudosSegurosNa.Net podem ser obtidas visitando o respectivo
website em http://www.MiudosSegurosNa.Net.

Fonte:

terça-feira, 9 de setembro de 2008

SOS - Professores colocados

Vejam só como se faz humor com a sorte dos Professores...



Obrigada Maria Rosa!

Um testemunho de coragem, de perseverança e de esperança!

Profª Fátima André, desculpe mas não resisti.

O fim das férias

O início do tormento... papeis, papeis, reuniões e mais reuniões. E tempo para preparar aulas, avaliação de alunos, documentos, avaliação de Profs e... a família?!

O fim das férias!

Convém lembrar que não existe nada gratuito. A escolaridade em si mesma custa muitíssimo dinheiro aos portugueses

Da relevância política da portaria da bolacha Maria!
PÚBLICO

09.09.2008, Helena Matos, Jornalista

Se alguma vez tivéssemos de escolher um símbolo para a incontinência legislativa com que os sucessivos governos têm procurado melhorar a vida daqueles que definem como mais desfavorecidos creio que nada suplantaria a portaria da Bolacha Maria.
Dada à luz a 30 de Setembro de 1974, a dita portaria procurava aplicar os conceitos da luta de classe ao reino das bolachas e biscoitos, que é como quem diz criar um regime de preços máximos de venda para a bolacha Maria dado que esta, explicava o legislador, ao contrário de outros tipos de biscoitos, era consumida "em especial pelas classes de menores rendimentos". E assim, a 30 de Setembro de 1974, no preciso dia em que Spínola resignava e Costa Gomes era nomeado Presidente da República, um membro do Governo legislava impassível sobre os preços máximos da bolacha Maria e, em abono da verdade, diga-se também que da bolacha de água-e-sal e das tostas. Como o Governo caiu nesse mesmo dia, o legislador já não teve tempo para regulamentar sobre outros assuntos cruciais para a vida dos portugueses, tais como o universo burguês do sortido húngaro e quiçá estabelecer quotas de acesso ao bolo de arroz. Mas pode essa preclara alma dar-se por satisfeita: o argumento da defesa dos mais desfavorecidos, sobretudo se engalanado dumas vestes de progresso, justifica toda a legislação em Portugal, incida ela sobre as bandeiradas dos táxis, a data do início dos saldos ou a distância mínima a que, na pesca amadora, os pescadores devem deixar as respectivas canas umas das outras.
Tal como aconteceu no dia 30 de Setembro de 1974, muita desta legislação que se apresenta como uma correcção das injustiças - e admitindo que trincar bolacha Maria faz parte do rol dos direitos que cada um traz à nascença - nasce em momentos de grande crise, logo torna-se anedótico, quando não grotesco, cruzar essa legislação com os acontecimentos que a História regista desses mesmos dias: a 30 de Setembro de 1974, Portugal viveu uma das situações mais graves da sua História recente, mas tabelar a bolacha Maria surgiu como essencial a um membro do Governo de então. Infelizmente, esta esquizofrenia está longe de se restringir às dinâmicas revolucionárias - como aconteceu em 1974, em Portugal - sendo mesmo estrutural na elaboração das estratégias políticas dos partidos que fazem as democracias. O exemplo mais próximo desta linha de actuação é o actual Governo espanhol que, perante a ameaça duma grave crise económica, se entretém a anunciar como medidas fundamentais para os próximos meses a alteração à legislação sobre o aborto e o suicídio assistido, vulgo eutanásia. Um guião de humor negro não faria melhor, mas até agora esta agenda de fatalismo progressista tem conseguido preencher o vazio ideológico e proporcionar bons resultados eleitorais. Em Portugal também lá chegaremos, sendo que aos assuntos do costume ainda temos para adicionar a temática da regionalização, assunto mediaticamente precioso num país que, na prática, não consegue sequer actualizar o mapa das suas freguesias.
Por agora, e embora já em contagem decrescente para entrarmos nessas polémicas, o que ocupa as medidas sucessoras da portaria da bolacha Maria são os apoios escolares. Para este ano lectivo anunciam-se mais refeições gratuitas, mais livros gratuitos e um maior número de alunos abrangidos pelo princípio da gratuitidade. Em primeiro lugar conviria lembrar que não existe nada gratuito. E os primeiros a quem tal deve ser recordado são precisamente o Governo que se compraz, qual aristocrata caritativo, a anunciar tanta gratuitidade como àquelas organizações como o Fórum Não Governamental para Inclusão Social que nunca se sabe quem representam e muito menos o que fazem, mas que, imbuídas duma espécie de superioridade moral, exigem ciclicamente uma escolaridade obrigatória "realmente gratuita". Todos aqueles livros e demais material, além da própria escolaridade em si mesma, custam muitíssimo dinheiro aos portugueses.
Também às famílias o valor deste apoio deve ser recordado. Como aliás devia ser dado aos utentes o valor real de cada consulta num centro de saúde, dos tratamentos nos hospitais públicos, das refeições nas cantinas escolares, etc. Porque não só o gratuito não existe como muito provavelmente, ao transformá-lo numa espécie de prémio de presença para aqueles que agora se chamam carenciados, se está a contribuir para que estes não valorizem a escola. Seria, por exemplo, interessante avaliar, a meio do ano escolar, o estado de conservação e utilização de muitos destes livros e material supostamente gratuitos. Como também seria importantíssimo cruzar os dados destes apoios com os dos resultados escolares. Talvez então se percebesse que, na escolaridade obrigatória, a maior parte dos alunos não tem maus resultados por não ter material escolar ou os manuais. (No caso destes últimos, a sua ausência em algumas disciplinas, como o Português, seria até uma bênção!).
O melhor apoio escolar é uma escola que funcione bem, seja exigente com todos os seus alunos e não trate aqueles que rotula como mais pobres - e que nem sempre o são na realidade - como crianças de quem há menos a esperar, tanto no comportamento como na avaliação. E naturalmente uma escola que seja respeitada para o que é essencial que os seus alunos saibam que custa muito dinheiro. Logo é um privilégio poder frequentá-la sem pagar.
É fácil, à distância de três décadas e meia, concluir que, em Setembro de 1974, tabelar a bolacha Maria era absolutamente irrelevante perante os reais problemas que os portugueses enfrentavam então. Provavelmente o mesmo se vai dizer dentro de alguns anos de toda a parafernália que, ano a ano, se anuncia para combater o insucesso escolar, particularmente o insucesso dos filhos dos mais pobres. Mas até lá temos ainda muita bolacha Maria para trincar e muita legislação de apoio às "classes de menores rendimentos" para digerir.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Matrimónio a sério

Na mensagem que enviou à Assembleia quando vetou a lei do divórcio, o Presidente da República afirmou que o decreto «introduz uma alteração muito profunda no regime jurídico do divórcio actualmente vigente em Portugal e contém um conjunto de disposições que poderão ter, no plano prático, consequências que, pela sua gravidade, justificam uma nova ponderação». O Presidente tem razão, mas só ele parece preocupado com isso.

A lei do divórcio foi aprovada no Parlamento num ápice, sem grande interesse ou debate, perante apatia generalizada nos jornais, políticos e sociedade. Ninguém se preocupou com ela, nem dentro nem fora da Assembleia, nem então nem agora que a lei está vetada. Haveria muito mais comoção se as mudanças tivessem sido nos contratos de trabalho, arrendamento ou até no trânsito. Será que a família hoje não interessa a ninguém?

Não. O interesse pela família é o mesmo de sempre. O que acontece é algo muito diferente. Durante séculos o matrimónio era uma questão religiosa e o único casamento que existia era católico. Diante de Deus e da Igreja os esposos prometiam verdadeira fidelidade. Aí era a sério.
O casamento civil foi criado por Mouzinho da Silveira em 1834, mas só funcionou após 1911 com Afonso Costa.

Hoje, passado menos de um século, é o próprio Estado a desqualificar essa sua instituição. Se esta lei passar ficará mais fácil trocar de esposo que de contador da água. Afinal, o casamento civil é descartável. Estamos a voltar à situação normal de sempre: apenas o matrimónio religioso tem algum significado.

João César das Neves

Fonte:

Beata Teresa de Calcutá - 5 de Setembro

Madre Teresa de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, (Skopje, 27 de Agosto de 1910 — Calcutá, 5 de Setembro de 1997) foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedónia e naturalizada indiana beatificada pela Igreja Católica.
Considerada a missionária do século XX, concretizou o projecto de apoiar e recuperar os desprotegidos na Índia. Através da sua congregação "Missionárias da Caridade", partiu em direcção à conquista de um mundo, que acabou rendido ao seu apelo de ajudar o mais pobre dos pobres.

Aqui fica a minha homenagem a uma grande santa. Rezemos a oração:

Beata Teresa de Calcutá,

no teu desejo fervoroso de amar Jesus como ele nunca foi amado antes, tu te doaste totalmente a Ele, sem jamais negar-lhe nada.

Em união com o coração Imaculado de Maria, tu aceitaste a chamada para saciar a sua infinita sede de amor e de almas e te tornaste portadora do Seu amor aos mais pobres entre os pobres. Com amorosa confiança e total abandono tu cumpriste a Sua vontade, testemunhando a alegria de pertencer totalmente a Ele.

Tu te tornaste tão intimamente unida a Jesus, o teu Esposo crucificado, que Ele, levantado sobre a cruz, se dignou em codividir contigo a agonia do Seu Coração.


Beata Teresa, tu que prometeste de levar continuamente a luz do amor àqueles que estão sobre a Terra, roga a Deus afim que também nós desejemos saciar a sede ardente de Jesus com um amor apaixonado, codividindo com alegria os Seus sofrimentos, e servindo-O com todo o coração nos nossos irmãos e irmãs, especialmente naqueles que, mais do que todos, são « não amados » e « não queridos ».

Amem.



Fonte: